The oftalmologista Diaries

]] que reúne as imagens que fui colocando no Fb das manifestações do 25 de Abril e do oneº de Maio deste ano no Porto.

]] onde reflectia sobre um artigo famoso de Alan Turing, escrito em 1950, em que este matemático extraordinário defendia que os computadores no ano 2000 seriam capazes de pensar. Esse artigo de Turing ainda hoje é foco de muita polémica e de muitas controvérsias. Perante o que vemos estar a acontecer, outra pergunta pode ser pertinente. Serão os computadores - os telemóveis são hoje pequenos-grandes computadores, muito mais potentes do que algum dia Turing poderia imaginar - capazes no futuro de ter a noção de beleza? Este pensamento seria porventura capaz de provocar um calafrio a Kant, que defendeu ser a Beleza um conceito que distinguia os humanos. A facilidade (trivialidade?) da beleza, com as novas ferramentas e aplicações, com //software program// que cria beleza automaticamente, obriga-nos a adoptar uma atitude diferente perante a beleza? A história da fotografia, tal como refere Susan Sontag é marcada por essa procura desenfreada da beleza em todas as coisas. A chamada fotografia contemporânea, que nasce com o conceptualismo, rejeitou a beleza, recusou a contemplação do objecto artístico. Mas vemos hoje o retorno à beleza clássica, aquilo que eu tenho designado por um novo pictorialismo, paradoxalmente nascido no seio do que se continua a chamar fotografia contemporânea. O exemplo mais paradigmático é o de Thomas Struth. Mas se virmos a beleza em Thomas Struth assenta muitas vezes em grandes produções, que se nos impõem pela dimensão. Outro tipo de //instagram//? O espaço deste //publish// não me permite desenvolver esta questão, que deixo no entanto aqui, em cima da mesa Digital desta espécie de blog site.

Achei que os deveria partilhar aqui; são pelo menos um pretexto para lembrar Cesário. indent indent @@font-dimensions:10px;//Eu caminho na cidade,

Em rigor, talvez pudéssemos falar de um caos n-dimensional (n=?) que reduzimos a tridimensionalidades, apenas porque não somos capazes de perceber mais do que três dimensões, ou quatro quando muito, se considerarmos o tempo. A ciência, a arte e a filosofia para Deleuze constroem passo a passo o nosso conhecimento, através da criação permanente de novas entidades – teorias, objectos estéticos e conceitos – materializando, cada uma das três áreas, criações (obras) que as outras não são capazes de realizar, mas de que necessitam para fazer sentido. Para alguém, como eu, que tem formação académica na área da ciência e que há muito dedica parte do seu pensamento à fotografia, à escrita e à reflexão sobre o que é a arte e que sempre considerou existir uma grande proximidade entre arte e ciência, é agradável ler isto.

Socially worried photographers think that their do the job can Express some type of steady more info which means, can expose real truth. But partly since the photograph is, normally, an item in the context, this

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Sabia que atravessávamos um território arenoso, onde os pés se enterram e a marcha é difícil, onde por vezes somos obrigados a parar para encher o peito de ar antes de retomar a marcha. Mas cruzámos esse território e aqui chegámos com o livro nas mãos. Onde chegámos exactamente, não consigo dizer. No texto de introdução ao livro procuro justificar a minha(nossa) posição de que "DO QUASE INVISÍVEL" não é um projecto de nudez, utilizando como abrigo um conhecido texto de Giorgio Agamben chamado precisamente //Nudez//. Juntaram-se a nós a Patrícia Lino e a Regina Guimarães com textos poéticos e o Rui Canedo que fez o desenho do objecto. Optámos por experimentar uma impressão digital, que nos permite ultrapassar as dificuldades logísticas da distribuição. Quem pretender [[adquirir o livro

]]'. Quem se apressar pode ainda oftalmologia receber o livro antes do Natal. Entrego-o dia 23/Dezembro aos subscritores. indent indent @@font-sizing:10px;''Arca de Noé'' é um livro de fotografia, baseado num projecto fotográfico que venho desenvolvendo há uns anos, sobre a memória, sobretudo em torno das recordações de infância, da sua resistência, da sua fragilidade e da sua perecibilidade. É construído a partir de dois espaços: as casas dos meus avós, uma no Porto, nas Fontainhas, e a outra na Beira Alta, perto da raia, em Figueira de Castelo Rodrigo. É um projecto sobre a memória e sobre a perda que a memória implica.

]] no Facebook para quem tiver curiosidade. Nota: por informação de um amigo de Figueira, seria o 'Forno dos Pucarinhos", e o oleiro chamar-se-ia Wilson.

//Micropaisagem// será talvez o mais Visible de todos os seus livros, e assim ele deveria servir-nos de porta de entrada. Teríamos de ser nós a desbravar o caminho e a descobrir a porta de saída, sem sabermos quando partimos aonde iríamos arribar. Ainda não sabemos

Nos últimos anos, nas minhas idas a Figueira de Castelo Rodrigo, pude visitar, um a um, os núcleos de gravuras abertas ao público. No ano passado visitei o museu, finalmente construído sobre o vale do Douro. Este ano tive a oportunidade, que aconteceu por acaso, de visitar o núcleo da Penascosa, em Castelo Melhor, à noite. Não revi aquelas paisagens magníficas, que se vêem durante o dia, mas afoguei-me naquele céu cheio de estrelas, que me recorda sempre a infância em Figueira, e pude observar as gravuras com outra definição, pois a iluminação controlada, rasante, permite ver com muito detalhe os desenhos, alguns datados com mais de 20000 anos.

indent indent ^^em ''Teses sobre a Visita do Papa'' de //António José Forte//^^ Nota: ao usar a citação do poeta surrealista António José Forte neste //tiddler//, revoltado com alguns discursos deste fim-de-semana político, não pretendo difundir uma mensagem demagógica e populista contra os partidos, mas apenas protestar contra a mentira instalada por tantos, que nos escondem o que realmente aconteceu e que não desvendam o que vai acontecer.

Ovelhinhas pelo monte "Um lagarto, um dinossauro..." A partir do poema "A formiga" de Vinicius de Moraes^^ Tudo é relativo neste mundo. Mas às vezes é mesmo mentira e aldrabice...

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